domingo, 9 de agosto de 2009

Neste domingo 09 e Agosto, foi realizado mais um culto de Missões na Igreja Assembléia de Deus Ministério Belém setor 28 - Diadema. O país em destaque foi o Afeganistão, a irmã Talita leu um relatório sobre esse país.
Motivos de oração: 1. Ore pelo povo afegão, em especial pelas crianças. Que elas cresçam em um ambiente pacífico, e tenham oportunidades de estudar. 2. Ore por obreiros cristãos afegãos e estrangeiros que se dedicam ao ensino espiritual e secular do povo. 3. Interceda pelos missionários envolvidos em ajuda humanitária e capacitação profissional dos afegãos. Eles correm riscos cada vez maiores de serem sequestrados e assassinados. Peça a proteção e a sabedoria de Deus para eles e suas agências. 4. Agradeça pela tradução da Bíblia em dari. Que muitos afegãos tenham condições de adquirir um exemplar das Escrituras para si. 5. Ore pelas eleições governamentais do país e pelo futuro líder. Que ele seja um instrumento de Deus para trazer paz ao seu povo.

Capital Cabul Governo República islâmica, chefiada pelo presidente Hamid Karzai desde dezembro de 2004. População 28,2 milhões (24% urbana) Área652.090 km2. Localização Centro-sul da Ásia, sem saída para o mar. Idiomas Dari, pashto, uzbeque e turcomano. Religião Islamismo 99,4%, cristianismo 0,01%. Perseguição opressão restrições. Não há leis que proíbam a prática de outras religiões e nem a evangelização, no entanto, a conversão do islamismo é considerada apostasia e pode ser punida com pena de morte

O cristianismo chegou ao Afeganistão nos primeiros séculos da era cristã. Por volta de 400 d.C., já havia um bispo instalado na cidade de Herat. No entanto, o século XIV assistiu à erradicação do cristianismo por Tamerlão, último dos grandes conquistadores da Ásia Central e, desde então, a influência cristã tem experimentado períodos de ascensão e declínio. Quando o presidente norte-americano Dwight Eisenhower visitou o país em 1959, ele pediu permissão ao rei Zahir Shah para construir uma igreja em Cabul para diplomatas e imigrantes cristãos. Em 1970 o país teve a sua primeira igreja cristã evangélica. Contudo, em 1973 o edifício foi completamente destruído e as fundações foram cavadas em busca de uma igreja subterrânea. Afegãos se converteram com o ministério de missionários no país. Muitos dos convertidos eram deficientes visuais. Com a tomada do poder pelo Talibã, todos os missionários cristãos e a maioria dos cidadãos ocidentais foram expulsos do país. Durante o governo Talibã, a pressão aos cristãos aumentou. Era permitido aos estrangeiros reunir-se em pequenos grupos nos lares, visando comunhão, mas atos evangelísticos e a participação de afegãos eram proibidos. Obreiros cristãos foram expulsos do país; rádios e canais de televisão foram proibidos; e a Polícia do Vício e dos Bons Costumes monitora estritamente o comportamento religioso. A Igreja tem grande necessidade de ensinamento. Algumas pessoas são cristãs há anos, mas não sabem a diferença entre o Velho e o Novo Testamento. Como é perigoso ter uma Bíblia em casa, é rara a oportunidade de se estudar a Palavra de Deus. Em setembro de 2008 disponibilizou-se a tradução da Bíblia no idioma dari. A situação daqueles que decidiram deixar o islã e dos considerados apóstatas continua difícil. Mas, apesar das lutas e obstáculos, a Igreja afegã está crescendo, ainda que de forma clandestina.

A princípio, todos os afegãos são considerados muçulmanos. O Artigo 3 da Constituição afegã sustenta que "Nenhuma lei pode ser contrária à crença da sagrada religião do islã". A apostasia (abandono do islamismo) e a blasfêmia são crimes passíveis de morte. Por isso, convertidos e ateus podem ser condenados à morte. Os não-muçulmanos residentes no país podem praticar a sua fé, mas não podem evangelizar. Em maio de 2007, uma emenda à lei que regula a mídia afegã proibiu a promoção de qualquer religião que não fosse o islamismo. Enquanto manteve o poder, o Talibã instituiu um governo teocrático com base em uma rigorosa interpretação da sharia. Quase todo o território afegão assistiu a uma vigorosa promoção do islã, que resultou em inigualável opressão contra a pequena comunidade cristã. Alguns países, entre eles o Irã e a Arábia Saudita, têm apoiado o Afeganistão com o envio de líderes e livros religiosos e dinheiro. O país é lar para muitos muçulmanos radicais. O controle exercido pela família é predominante. A sociedade afegã é dominada pela família estendida (que inclui avós, tios e primos) e há pouco espaço para escolhas individuais. Assim, a maior pressão contra os cristãos locais vem de suas próprias famílias e rede de relacionamentos. Os convertidos sofrem uma enorme pressão. Em geral, eles têm três dias para se retratar e voltar ao islamismo; caso contrário podem morrer. Por isso, a maior parte dos convertidos guarda sua fé para si e só a compartilha com pessoas que consideram dignas de confiança. Em novembro de 2008, insurgentes do Talibã assassinaram Gayle Williams, 34 anos. Ela foi morta a caminho do escritório por dois homens em uma motocicleta.Em entrevista pelo telefone com a agência Reuters, eles citaram o aumento da "propaganda" do cristianismo como a razão do ataque. Gayle tinha cidadania inglesa e sul-africana. Ela havia sido realocada recentemente para Cabul por motivos de segurança. Gayle era voluntária da agência Servindo o Afeganistão havia dois anos. Um relatório da ONU declarou que houve mais de 120 ataques contra agentes humanitários somente nos primeiros sete meses de 2008. No total, 92 pessoas foram sequestradas e 30 morreram. Em julho de 2007, 23 jovens missionários evangélicos sul-coreanos foram capturados na Província de Ghazi, sul do país. O talibã exigiu que uma tropa sul-coreana (cerca de 200 homens) fosse retirada do Afeganistão, que fosse pago um resgate em dinheiro e que oito de seus militantes fossem libertos em troca dos reféns. Dois dos reféns sul-coreanos, entre eles o pastor Bae Hyung-Kyu, foram mortos pelos radicais quando os prazos para o cumprimento das exigências expiraram. Em meados de agosto, os talibãs libertaram duas reféns doentes, como "um gesto de boa vontade". Depois de seis semanas em cativeiro, as autoridades da Coreia do Sul fecharam um acordo com os rebeldes pela libertação de todos os reféns, em troca de que o país acelerasse a retirada de seu pessoal civil e militar do Afeganistão e contivesse o envio de missionários cristãos ao país.

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3 comentários:

Danilo Fernandes disse...

Ola Dora!

Aproveitando, faço uma apresentação do meu blog, o Genizah. Por lá, procuramos apresentar e defender O evangelho puro e sem mistura, mas cheio do AMOR que o nosso Pai nos deixou.

Na maior parte do tempo fazemos isto com muito humor e bom gosto, afinal a alegria é a marca do cristão verdadeiro!

E quando se trata de denunciar os vendilhões da fé, pegamos com força e esculhambamos mesmo, afinal, um pouco se subversão santa é sempre bom e nos lembra de onde viemos!

Vamos te seguir!

Abraços em Cristo e Paz!

Danilo

http://www.genizahvirtual.com/

Blog do Sheivison disse...

Gostei do post não sabia nem quando nem como tinha chegado o evangelho lá Deus te abençoe sempre, fica na paz de Cristo.

PASTOR DAVIDSON disse...

NOTICIA IMPORTANTE
SOBRE A CGADB:


O Pr. Davidson Gomes Vieira ingressou com representação na CGADB postulando a instauração de processo administrativo em face do Pr.SAMUEL CÂMARA em razão da flagrante conduta aética consubstanciada por seu ofensivo pronunciamento, levado ao ar em programa televisivo no dia 13 de junho de 2009. Espera que o Conselho de Ética e Disciplina cumpra efetivamente o seu papel.

ESCLARECIMENTOS


A representação não adentra ao mérito do pronunciamento do Pr. Samuel Câmara, ou seja, ela não discute se são ou não verossímeis as denúncias por ele perpetradas, até porque, seu humilde subscritor (Pr. Davidson), na qualidade de simples convencional, jamais se arvorou postar-se como advogado da CGADB e de seus inscritos.


A representação (direito de petição de todo convencional) foi formulada sob os pressupostos do próprio Estatuto e Regimento Interno da CGADB, não se trata de peça difamatório ou de qualquer conteúdo ofensivo à notável ilibada honra do Pr. Samuel Câmara, valendo frisar, que o Representante (Pr. Davidson Gomes Vieira) na qualidade de advogado não poderia esquecer que segundo as próprias regras estatutárias e regimentais poderá, também, sofrer da sanção administrativa, caso não comprove a verossimilhança de suas alegações feitas em desfavor do Pr. Samuel Câmara.


A mencionada representação busca ver declarada a gritante falta de ética do Pr. Samuel Câmara, em trazer ao seu programa televisivo (assistido por milhares de pessoas), denúncias contra a CGADB de fatos que tratados sob o crivo de uma ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA composta da presença de mais de 14.000 pastores, foram ali sanados com a aprovação das contas.


Ora, não se discute a boa ou má gestão da mesa diretora, o que se discute é o fato de um membro, quiçá, perturbado ou não com sua derrota no recente pleito à presidência, tenha a ousadia de vir a público conspurcar a honra da instituição que almeja presidir e dos colegas a quem deve o amor cristão, fomentando a discórdia entre irmãos, quando pelo próprio mister de seu ministério tinha a obrigação de lutar pela união de seus pares e sobretudo não olvidar do direito à dignidade humana, impondo freio à sua solta língua.


Aliás, por ocasião da Assembléia Geral, o Pr. Samuel Câmara teve e usou largamente o direito à palavra e, se ali não fez prevalecer suas convicções, certamente não lhe era lícito usar de seu programa televisivo para de maneira totalmente cômoda incriminar de modo indevido e inoportuno, em local inapropriado fazer denúncias contra quem ali não se encontrava para se defender, agindo assim, com evidente ânimo de difamação.


Imaginem, nos ministros, que tendo nos tornados desafetos de alguém que nos confidenciou suas mazelas em razão de nosso ofício sacerdotal e, que por conta do rompimento da relação de amizade venhamos tornar público aquilo que era confidencial sob o discurso da “transparência” . Não seria no caso a dilatação um mal maior do que o próprio pecado da ovelha? Como afirmou o reverendíssimo Pr. Marco Feliciano em seu recente glorioso pronunciamento sobre a eficácia da fofoca, da calúnia e da difamação: “A quem aproveita o escândalo senão ao Diabo?” Por que utilizarmos de caminhos escusos quando temos caminhos legítimos para expor nossos ideais e promover nossas defesas?


Pr. Davidson Gomes Vieira
MEMBRO DA CGADB